BloG9 de Redação
  

Produto final

Isabela Rennó - M12

            Na atual divisão do trabalho, é cobrado dos profissionais especializações para exercerem determinadas funções. Tais especializações aumentam a eficiência produtiva, já que o alto grau de conhecimento sobre os processos de seu setor os faz produzir resultados com a qualidade muito maior.

            Da mesma forma que ocorreram as divisões do trabalho nas fases iniciais das civilizações humanas, ocorre hoje a especialização: o trabalhador passa a direcionar seu foco a apenas uma parte do trabalho. Assim ocorre com profissionais que dedicam anos de pesquisa na busca de vacinas e cura de doenças, resultando em um legado para a humanidade, que só foi possível com a especialização dos pesquisadores.

            Tudo isso funciona como o corpo humano, onde cada setor é como se fosse um órgão, que possui funções determinadas e dedica-se apenas a elas. Dessa forma, para manter a harmonia desse sistema, assim como a saúde do homem, é necessário que todas as partes funcionem corretamente, o que só é possível se tiverem conhecimento de como de sobre o que vão agir.

            Além disso, analisando sociologicamente, a especialização das atividades produtivas gerou uma divisão do mercado de trabalho vital para a sobrevivência social. De forma que todos podem encontrar sua função dentro de uma gama de opções que formam um grande conjunto de atividades produtivas.

            Dessa forma, conclui-se que é melhor que cada um saiba muito de pouco, pois a união da especialidade de cada um formará um enorme saber sobre muito. 



Escrito por Professora Bruna às 18h14
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O novo bicho-papão

(Ana Clara – M12)


    Atualmente, quase 39% das crianças brasileiras sofrem com um problema muito mais assustador e perigoso que o bicho-papão: a obesidade infantil. Esse monstro que vem fantasiado e escondido atrás de propagandas falsas e brinquedos baratos vem destruindo o futuro de nossas crianças.

    Esses artifícios, que geram os exorbitantes casos de obesidade infantil, surgiram durante a Segunda Guerra Mundial e foram alimentados, no pós-guerra, pelo surgimento de grandes empresas capitalistas e pela necessidade de consumidores manipuláveis, como o público infantil.

    Além do público infantil, nem todos os adultos, nesse caso os pais, tem conhecimento dos problemas que os alimentos industrializados trazem para a saúde. Então, esses pais desinformados são seduzidos pelas ilusórias propagandas, que os fazem acreditar que dar aquele produto para seus filhos é bom. 56% das mães brasileiras afirmam já ter dado refrigerante a crianças menores de um ano. Esse é só um exemplo de que a obesidade infantil vem também a partir do estímulo dos próprios pais desinformados.

    Hoje, a obesidade infantil é considerada uma Pandemia. Ela é responsável por problemas como estresse, depressão, diabetes e até alguns tipos de câncer. Essas doenças fazem com que a criança perca sua infância e a vontade de brincar, visto que podem gerar problemas no pulmão, o que faz com que a criança se canse rápido e não queira brincar.


    A obesidade infantil é um tema muitas vezes ignorado dentro da sociedade atual. Porém é algo que está presente no dia a dia, tanto da população brasileira quanto da população mundial, e é preciso encará-lo para vencê-lo. Além disso, de 5 crianças obesas, 4 continuarão obesas quando adultas. Esse não deveria ser o pesadelo de nenhuma criança no mundo.



Escrito por Professora Bruna às 18h13
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DOMINGO SOMBRIO – Giulia Garcia (M12)

É sábado. O sol está forte e não há vento algum. Mesmo em um dia caloroso com esse, eu continuo trabalhando em minha pequena barraca, no meio de uma enorme feira.

Sou chamado de José, o rei da brincadeira por muitos, e tenho vários compradores e amigos que sempre aparecem em minha barraquinha. Um deles é meu grande amigo João, que trabalha em uma construção próxima da feira e passa por aqui quase todos os dias. Mesmo sendo conhecido como o rei da confusão, ele é um ótimo amigo e nós somos uma dupla inseparável.

Guardei a barraca e fui para casa. Pela noite, exausto, pensei em minha amada Juliana, a a garota mais doce que já conheci.

Todo dia ela passa na feira e nunca deixa de dar um “bom dia” para Kim. Mesmo sendo apenas  amigos, sempre quis ser algo a mais para ela. Fiquei sabendo que ela irá ao parque amanhã, por isso decidi ir também.

Diferente de ontem, hoje era um domingo bem sombrio. Uma ventania soprava no parque e, mesmo com luz, música  pessoas dançando, havia certa inquietude no ambiente. Avistei minha amada Juliana, dançando graciosamente com uma rosa é um sorvete na mão. Era linda, mas ao seu lado estava Joao.

De mãos dadas, eles dançavam na roda. Eu lá sorria. Ele sorria. O ambiente antes inseto estava se tornando tenso. Os espinhos da rosa me feriam e o sorvete congelava meu coração. Eles estavam girando e girando, e eu estava sendo consumido pela angústia, pelo ciúme e  pela raiva.

Sem pensar nas consequências, enlouquecido pela aflição de assistir à minha paixão é só meu melhor amigo dançando juntos, saquei uma faca que carrego sempre comilões, sem nenhuma sensibilidade, fui direto a Juliana e a matei. Todos na roda ficaram paralisados. Na mesma hora, fui a João e o matei friamente. Olhei para minhas mãos. Estavam vermelhas. As pessoas gritavam e corriam, fazendo um grande alvoroço. Finalmente, todo o peso e a raiva guardados dentro de mim haviam sido soltos.

 

O domingo no parque não tinha sido como o esperado. Havia uma roda e um sorvete espalhados pelo chão. O sangue do meu grande amor e do meu grande amigo, de dois traidores.



Escrito por Professora Bruna às 11h01
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MENINO BERRANTEIRO – Fernanda Braga (M11)

Em uma dessas minhas viagens pelo mundão afora, estava passando por uma grande fazenda no Mato Grosso. Quando eu e meus dois companheiros passávamos por lá, um rebanho estourou, não era da nossa conta, mas resolvemos tocar o rebanho de volta para o pasto de que haviam saído.

Quando estávamos prestes a fechar a porteira com todo o gado dentro, vejo u,à sombra grande ao meu lado e, em menos de três segundos, um touro veio para cima de mim, fazendo com que eu caísse do cavalo e o touro me sufocassecontra o chão em uns cinco metros.

Quando acordei, estava sozinho em um quarto, que não era de hospital, parecia ser um lugar rústico.de,orou para eu me recordar de tudo o que havia acontecido horas antes.

Finalmente, lembrei-me do ocorrido, pois senti uma grande dor na perna, onde o boi havia batido o chifre de primeiro. Em pouco tempo, entrou no quarto um senhor, ummenino que aparentava ter em média uns dez anos e uma bela moça. A moça era muito bonita, cabelos longos, olhos claros e um jeito muito simples. Não demorou muito para o senhor dizer para mim o que havia acontecido e disse também que poderia ficar em sua casa até me recuperar. Ele foi assim, curto e grosso. Não fui muito com a cara dele, mas não tinha o que reclamar, afinal ele me acolhera.

Logo em seguida, o senhor saiu do quarto e a moça disse ir fazer  um chá para mim, restando assim o menino e eu nem quarto. Ele era esperto e falante. Em pouco tempo de conversa, ele já havia me contado sobre sua vida e que seu maior sonho era ser berranteiro. Depois de muito tempo de conversa, descobri que a bela moça era sua mãe e o senhor era uma pessoa muito ruim, que os deixava presos dentro da casa e os maltratava.

 

Aquilo doeu em mim, como se fosse comigo, e me fez lembrar o menino da porteira. Ao amanhecer, arrumei minhas coisas e levei comigo a moça e meu futuro berranteiro.



Escrito por Professora Bruna às 11h00
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A INTRUSA NA ENTREVISTA – Ana Flávia (M11)

Este não era o ponto alto de minha carreira. Sempre fiquei satisfeita só com coluna de dicas sobre beleza, não sei como fui cair no papo de minha chefe e acabar aceitando entrevistar um atorzinho cafona da novela das seis. Cheguei ao prédio e toquei o interfone sem muito ânimo.

- Alô? – atendeu uma voz feminina com um tom de voz mais agudo que o agradável.

- Aqui é a Patrícia da revista... – respondi já um pouco impaciente.

- E aqui é a Josilene lá da comunidade... – percebi que ela foi interrompida e uma voz masculina me respondeu:

- Oi, Patrícia. Aqui é o Odilon, pode entrar.

Já no apartamento, Odilon me disse que preferia fazer a entrevista na sala e, antes de tudo, foi se desculpando.

- Me perdoe a confusão no telefone, minha diarista faltou e mandou essa conhecida no lugar.

Respondi que não me atrapalhou em nada e dei início à entrevista. Logo após as primeiras perguntas, uma moça com o batom muito forte, quem eu imaginei ser a “Josilene lá da comunidade”, aproximou-se e ficou parada ao meu lado como se quisesse dizer alguma coisa.

- Pois não? – perguntei depois de certo tempo.

- A senhora fala de moda, né? Como que eu to? – falou ela.

- Gostei do batom – respondi sem dar muita atenção.

- Mas e “meus brinco”? – percebi que ela estava se animando.

- Bem, a argola não é muito recomendada – disse com educação, já que ela usava argolas verdes de um tamanho tão grande que se passariam facilmente por bambolês.

- Entendi, os sapatos são desta estação – disse ela com um tom mais irritado.

- Tudo bem, voltando à entrevista – interrompeu Odilon – podemos falar da minha última matéria que bombou...

- Eu acho que me visto bem melhor que a senhora – disse Josilene com arrogância.

- Desculpe? – eu realmente não esperava por isso.

- Você fica se achando a rainha da moda e usa “essas cor” apagada, “maquiage” sem brilho e cabelo escorrido.

- Eu fiz a cena ao lado da Juliana Guerra, foi um sucesso... – disse Odilon ignorando totalmente a moça.

- Mas isso é tendência “nude”, só se fala nisso – não sei por que fiz tanta questão de me justificar.

 

- Vixi, já vi que esse tal de nude dá problema, sempre “ta” vazando nude de pessoa famosa e até de gente lá da comunidade...tô é fora dessa moda.



Escrito por Professora Bruna às 10h59
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A FALSA JUVENTUDE – Alice Silva (M12)

Hoje, pela manhã, quando estava no ponto de táxi da Tijuca, apareceu um casal, ou pelo menos achei que fosse um casal, que me perguntou se poderia levá-los para a Avenida Vieira Souto.

No momento em que os vi, tive um pressentimento esquisito e eles me pareceram um tanto misteriosos. Mas, isso não me alarmou muito, pois, sendo um motorista de táxi, lido com todo tipo de gente. Então, liguei o carro e toquei para o destino. Durante o caminho, os dois só falavam em sussurros e, por mais que eu apurasse os ouvidos, de toda a conversa só pude escutar um pequeno trecho:

- Godofredo, essa foi a melhor ideia que ouvi nos últimos anos... – disse a moça.

- Sim, mas não se esqueça dos riscos! – disse Godofredo, com uma voz rouquíssima.

- Não se preocupoe, até que eles percebam, já estaremos (...) e você já terá descoberto o verdadeiro (...) e teremos substituído o falso.

Estaremos como? O verdadeiro o quê? Agora, estava realmente alarmado, mas não havia nada a fazer, exceto deixá-los no prédio que me indicaram. Eles se foram, mas deixaram uma pulga atrás da minha orelha. E o dia seguiu em frente na movimentada capital carioca.

Logo após o almoço, decidi limpar o banco de trás do meu táxi, já que na última corrida, tinha levado uma mãe e uma criança, sendo que a última tinha sujado tudo comendo um pacote de batatas. E qual não foi a minha surpresa quando encontrei caído embaixo do banco um celular! Guardei-o comigo, já que, mais cedo ou mais tarde, o dono ligaria para descobrir onde o celular estava.

E, realmente, logo logo o celular recebeu uma ligação, mas não era o dono que estava ligando...atendi prontamente, mas antes que pudesse falar qualquer coisa, fui atropelado por uma cascata de palavras:

- Oi, Godofredo! Sou eu, a Patrícia! Conseguimos uma mãe e uma filha, muito parecidas, para fazer as imagens. E você? Já agendou uma reunião com a indústria que escolhemos?

Nem tive tempo de responder, Patrícia começou a falar novamente:

- Espero anunciar o “Elixir da Juventude” na minha coluna da revista dentro de um mês. Acho que pelo menos sua família deveria saber que você “descobriu” a fórmula da vitamina, para que a surpresa não seja grande demais.

Aí comecei a entender as coisas. Já tinha ouvido falar de um farmacêutico que andava atrás de novas vitaminas rejuvenescedoras, e provavelmente esse farmacêutico era o tal Godofredo. E essa Patrícia iria fazer a propaganda dessas vitaminas na revista em que ela trabalohava. Mas, se eu entendi a conversa que eles tiveram hoje cedo no táxi, ele não tinha descoberto vitamina nenhuma  e tudo não passava de uma farsa. Rapidamente um plano se formou na minha cabeça e respondi, simulando a voz do farmacêutico:

- Sim, estava pensando exatamente nisso. Será que você pode me ligar lá pelas três horas? Estou aqui no centro...

- Ok, mas não falhe em atender! – disse ela, e desliou o telefone.

Imediatamente, pesquisei em que revista Patrícia trabalhava e descobri que era a Revista Cláudia. Então, dirigi-me à Central da Editora Abril. Toquei o interfone:

- Quem é?

- Olá, meu nome é Oswaldo Antônio, e tenho informações que podem ser de grande importância para o diretor da Revista Cláudia.

Um moço abriu a porta e pediu que eu me encaminhasse à sala do editor. Chegando lá, expliquei-lhe o que estava ocorrendo e aguardamos o telefonema da Patrícia. Em pouco tempo, o telefone de Godofredo tocou, era ela:

- Podemos falar agora?

- Claro! – disse com voz rouca – Primeiro, acho bom relembrarmos tudo o que temos de fazer. Qualquer facha pode levar tudo por água abaixo!

-Bem, o nosso objetivo é publicar, assim que possível, a “dica” de suas pílulas na minha coluna “Dicas da Patty”.

-E para isso, elas já têm que estar sendo produzidas...

-Justamente, e rapidamente você vai vender tantas vitaminas que vai perder a conta. E ninguém vai perceber a farsa tão cedo; as mulheres que se interessam por esse tipo de coisa são facilmente enganadas.

-Mas algum dia...

-Até esse algum dia você já terá descoberto a vitamina e poderemos substituir a falsa. E se você não tiver descoberto e percebermos que a situação começa a ficar complicada, podemos simplesmente tirar o produto do mercado. Mas, afinal, você já contatou a indústria?

Nesse momento, desliguei o telefone. Se falasse mais alguma coisa, poderia me revelar e aquilo já era prova suficiente contra Patrícia e Godofredo. Então, me dirigi ao editor da revista:

- O que o senhor acha da situação?

- Oswaldo, só tenho que agradecer. O nome da nossa revista ficaria manchado para sempre se não fosse pela sua intervenção. Tem alguma coisa que posso fazer por você?

 

E sabem o que eu pedi? Bom...isso eu deixo por conta da sua imaginação.



Escrito por Professora Bruna às 10h59
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56 FATOS SOBRE OS PRIMEIROS ANOS

1.       JÁ DESMAIEI SEM AR DE TANTO RIR – GUSTAVO RIERA

2.       ODEIO QUALQUER TIPO DE PRECONCEITO – MARIA CLARA

3.       SOU APAIXONADO EM ACADEMIA, MAS SOU PREGUIÇOSO – MICHEL

4.       SOU VICIADA EM AÇAÍ – CAMILA MOUALLEM

5.       QUANDO TINHA UNS 6 ANOS, ESTAVA PRONTA PARA IR A UM CASAMENTO E PULEI NA PISCINA - HINGRYD

6.       PASSO MAL EM QUALQUER VIAGEM - MARIA EDUARDA

7.       JÁ GANHEI O TROFÉU DE MELHOR EXPOSITORA MIRIM NUMA EXPOSIÇÃO AGROPECUÁRIA - FERNANDA

8.       EU TENHO MAIS CHINELOS QUE TÊNIS. EU SÓ TENHO 2 CHINELOS  - LEOPOLDO

9.       EU TENHO A MANIA DE PEGAR AS COISAS DO CHÃO COM O PÉ – GABRIEL MARTINS

10.   MEU DEDO ENTORTA MAIS QUE O NORMAL – GABRIEL LUIZ

11.   GOSTO DE IMITAR O SÍLVIO SANTOS E O FAUSTÃO – PIETRO

12.   EU PAREÇO SER FORTE, MAS AINDA TENHO MEDO DE PALHAÇOS – NATHÁLIA

13.   MOREI 12 ANOS EM UMA FAZENDA – FRANCINE

14.   TENHO AMIGAS VERDADEIRAS, MAS NÃO SE COMPARAM ÀS MINHAS IRMÃS E À MINHA MÃE – ESTHER;

15.   NÃO GOSTO DE CIDADES GRANDES – ISABELLE

16.   ADORO VISITAR PARENTES, GOTO DE OUVIR SUAS HISTÓRIAS – VIVIAN

17.   ESTOU NA DIFÍCIL MISSÃO DE APRENDER SUECO SOZINHA – ÍRIS

18.   MEU GATO SE CHAMA “GATO”, MAS TAMBÉM ATENDE POR “FILHO” – ANA FLÁVIA

19.   GOSTO TANTO DE CORAÇÃO DE GALINHA QUE QUANDO EU ERA CRIANÇA QUERIA TER UM GALINHEIRO EM CASA – SOFIA

20.   GOSTO MUITO DE COMPRAR MATERIAL ESCOLAR – JULIA BUENO

21.   GOSTO MUITO DE ANDAR A CAVALO, ME SINTO LIBERTA – LETÍCIA RODRIGUES

22.   REALIZEI O SONHO DE SER DAMA DE HONRA COM 15 ANOS DE IDADE – LUANNA

23.   TENHO UMA MANCHA DE NASCENÇA NO BRAÇO ESQUERDO E MINHA IRMÃ GÊMEA TEM NO BRAÇO DIREITO – STELLA

24.   TEM DIAS QUE GOSTO DE ASSISTIR A FILME INFANTIL – CAYO

25.   QUANDO CRIANÇA, FUI TENTAR FAZER UM CASTELO DE AREIA COM TERRA E ACABEI PISANDO EM UM FORMIGUEIRO – RAFAEL RESEK

26.   TENHO MINHA CARICATURA MARCADA EM UMA EMBALAGEM DE BATATAS – AUGUSTO

27.   QUANDO CRIANÇA, QUEIMEI UMA FORMIGA USANDO UMA LUPA E O SOL – FERNANDO

28.   JÁ COMI MELANCIA COM O DENTE MOLE, ELE FICOU PRESO NA MELANCIA – GUSTAVO AVELAR

29.   POR MAIS CONTRADITÓRIO QUE PAREÇA, SOU UMA PERFECCIONISTA ORGANIZADA – ANA PAULA

30.   TENHO UMA CRISE DE RISO DEPOIS QUE ALMOÇO – LARA

31.   QUANDO CRIANÇA, MEU SONHO ERA QUEBRAR O BRAÇO – JULIA MARIA

32.   SEMPRE FUI SOLIDÁRIA: QUANDO IA A FESTAS, FAZIA UMA MARMITINHA PARA LEVAR PARA A MINHA FAMÍLIA – GIONANA

33.   MINHA MEMÓRIA NÃO É MUITO BOA, POR ISSO GUARDO SEGREDO MUITO BEM – BIANCA

34.   MUITAS PESSOAS ACHAM QUE MINHA MELHOR AMIGA É MINHA IRMÃ GÊMEA – ANA BEATRIZ

35.   COM MUITO MEDO, ESCALEI A PEDRA DO BAÚ – LARISSA

36.   JÁ TIVE CABELO ROXO, ROSA E LOIRO NAS PONTAS – CAROLINA

37.   JÁ MOREI EM RIO DE JANEIRO, PINDAMONHANGABA, SALVADOR, TAUBATÉ, RESENDE, ALEGRETE, PORTO ALEGRE E FINALMENTE ITAJUBÁ – MARIA LUIZA

38.   INVENTO PALAVRAS E CRIO APELIDOS PARA TODAS AS PESSOAS DA MINHA FAMÍLIA; SÃO MUITO SEM SENTIDO, MAS TODOS ACABAM ENTRANDO NA ONDA – ISABELA

39.   QUANDO TINHA 6 ANOS, BEBI GASOLINA PENSANDO QUE ERA COCA-COLA – BEATRIZ

40.   GOSTO MUITO DE TUDO O QUE É RELACIONADO À MODA – THAMIRES

41.   AMO GANHAR LIVRO NOVO E FICAR CHEIRANDO – ANA LUIZA

42.   SENTIA TANTO MEDO DA LOIRA DO BANHEIRO QUE NÃO ENTREI EM BANHEIRO DE ESCOLA DO 2º AO 5º ANO – LUIZA

43.   NÃO TENHO PACIÊNCIA PARA VER FILME – JÚLIA RICOTTA

44.   QUANDO TINHA NOVE ANOS, MEU SONHO ERA ME CASAR COM UM INDIANO RICO, MORAR EM DUBAI E LEVAR MINHAS AMIGAS COMIGO – ANA CLARA

45.   MINHA CAMA É NO TETO – THIAGO

46.   QUEBREI MINHA CLAVÍCULA BRINCANDO NO BALANÇO – RAPHAEL VILAS BOAS

47.   JÁ FIQUEI PRESA EM UM ÔNIBUS POR 25 HORAS – GIULIA

48.   QUANDO CRIANÇA, NÃO CHORAVA POR NADA- BÁRBARA

49.   SE EU FOSSE UM ANIMAL, SERIA UM MOSQUITO – EMANUEELY

50.   TENTEI RASGAR MINHA PROVA DE HISTÓRIA, POIS TINHA IDO MUITO MAL, MAS SEM QUERER RASGUEI O IMPOSTO DE RENDA DA MINHA MÃE NO LUGAR – LETÍCIA SOUZA

51.   MEUS PAIS SÃO MÉDICOS, MINHA IRMÃ É MÉDICA, MEU IRMÃO ESTÁ PRESTANDO VESTIBULAR PARA MEDICINA E EU NÃO SEI O QUE QUERO – LUIZ GUSTAVO CAMANDUCAIA

52.   JÁFINGI ESTAR DORMINDO PARA SER CARREGADA ATÉ A CAMA – LETÍCIA BELLÓ

53.   SOU UMA NEGAÇÃO EM BIOLOGIA, MAS NÃO CONSIGO ESQUECER QUE O REINO DAS PLANTAS É FEITO POR BRIÓFITAS, PTERIDÓFITAS, GIMNOSPERMAS E ANGIOSPERMAS – ANDRÉ

54.   NÃO TENHO CELULAR NEM FACEBOOK – ALICE

55.   EU TENHO O PODER DE ACHAR MOEDA NO CHÃO – LUIZ GUSTAVO MELLO

56.   DANÇAR É MINHA PAIXÃO! ADORO FAZER ALONGAMENTO, COREOGRAFIA, FIGURINO E PRINCIPALMENTE APRESENTAÇOES - MIRIHAN



Escrito por Professora Bruna às 21h23
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   APRESENTAÇÃO

Queridos alunos, este é um espaço de vocês, apesar de controlado por mim. Aqui, serão publicadas as melhores redações dos bimestres. Portanto, periodicamente, encontraremos aqui escritas duas redações: uma da turma M11 e outra da turma M12. O ideal seria chegarmos ao ponto de todos terem suas redações aqui no blog. Este blog será divulgado a todo o corpo docente do colégio e também ao público em geral. Todos saberão do potencial de vocês. Por isso, a responsabilidade é grande e conto com o esforço de vocês. Tenho certeza de que vocês farão deste ambiente um lugar bem movimentado por quem busca por cultura e aprendizado. A participação em comentários também é importantíssima. Toda redação postada deve ser comentada. É uma maneira de interagirmos com a redação do colega, ver o que há de bom e o que precisa ser melhorado. Para começarmos, proponho que vocês comentem este texto que acabaram de ler.

Desejo a todos um bom início de ano.

Um abraço.

Professora Bruna



Escrito por Professora Bruna às 12h18
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